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Vai ter um tweet meu em cada post desse blog sim
Quem gostou, bate palma
Quem não gostou, paciência
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Opa, meus mel. Tenho uns cinco posts pra terminar e liberar aqui, mas a preguiça e o narcisismo falam mais alto, então estou aqui pleníssima completando minha 17ª hora na frente de um computador estudando e trabalhando (de graça porque a vida é isso, não é mesmo?), enquanto escuto Marília Mendonça. Mas aí pensei "opa, eu tenho lido/visto uns negócio muito massa nessa balada internet, queria falar sobre, mas sem falar sobre porque tô com preguiça", aí lembrei que no antigo blog a cada (*insira aqui um número aleatório de dias que nunca era seguido a risca) eu postava exatamente um monte de coisa aleatória, boa pra caramba e que eu queria muito poder compartilhar com outras pessoas e PAAAAAM vou fazer isso aqui também, porque sim, porque me deu vontade.
Como minha vida tá basicamente faculdade-trabalho-faculdade, eu não tenho visto muitas coisas que não se relacionem com isso de alguma forma e quando vejo fico feliz pra caramba (mesmo estando bem triste porque tem meses em que não leio nada, #AlguémMeEmprestaUmPoucoDeTempoOuDisposiçãoPFVR). Então vamo que vamo:
- Para mulheres que são difíceis de amar (a afirmação), da Warsan Shire e traduzido pela Taís Bravo - esse poema da Warsan Shire, que é incrível e isso é tudo o que tenho a dizer sobre ele, além de LEIA!!!!
- As dificuldades de viver num mundo competitivo quando você não é uma pessoa competitiva, da Babi Vanzella - "Algumas pessoas não partem para a guerrilha, ficam ansiosas quando impelidas a competir e recuam diante da batalha, ainda que acreditem nas suas capacidades pessoais e profissionais."
- Everyday Thoughts On Everyday Things, da Rachel Denti - O trabalho incrível da Rachel Denti, em uma série de ilustrações que retrata como é o mundo para pessoas que sofrem com ansiedade a partir de pensamentos sobre coisas do cotidiano.
- Sobre Love. A série | My other bag is chanel, da Michele - Quando vi esse post da Michele e fui direto assistir (porque nesse dia eu tava triste e não queria fazer nada), terminei a série e cheguei a mesma conclusão que Mi chegou: "Love não é uma série para você se distrair e nem vai te prender por sua fofura. Muito pelo contrário: é muito provável que ela desperte alguns gatilhos emocionais pesados em você porque, infelizmente, Love é real."
- Amor próprio não acontece à primeira vista, de Paula Maria - "Amor próprio é necessário porque a gente aceita cada coisa por conta de não nos amarmos e respeitarmos o suficiente." Meu Deus, Sim! O quanto aprender a se amar é um processo longo e muitas vezes doloroso.
Pois é bbs, isso é tudo por hoje. Que eu tenha força e disposição pra terminar os posts que estão nos rascunhos e ir liberando eles lindamente nos próximos dias. Que eu não fique com problemas muito sérios na coluna e que minha visão não piore por causa da exposição excessiva a luz do computador (porque infelizmente ela só tende a aumentar e eu vou ter que aceitar).

